Depois de Scarface, outra bela surpresa para nós colecionadores chega ao país. Só que desta vez pela famosa produtora da montanha, a Paramount! Trata-se do clássico de 1961 Bonequinha de Luxoestrelado por Audrey Hepburn que chega dia 27 de outubro em uma edição especial limitada (semelhantea que foi lançada na Alemanha). Bonequinha de Luxo em Blu-ray PT-BR nos EUA!
A caixa traz o filme em DVD (que já tem uma luva belíssima na versão avulsa) e Blu-ray, cópia do roteiro de filmagem, três fotos P&B e uma carta do diretor Blake Edwards para Audrey Hepburn. As especificações técnicas devem ser as mesmas do Blu-ray americano que tem áudio DTS-HD MA 5.1 e Dolby Digital mono em inglês e legendas e dublagem em português além de diversos extras.
Um pouco salgado é verdade, mas um lançamento digno de elogios que com certeza deverá agradar em cheio os fãs do filme e colecionadores. A única baixa é que ao contário da edição alemã (sem legendas em português), o box nacional não incluirá o CD com a trilha sonora original.
Um lugar não especificado dos Estados Unidos, muito provavelmente Costa Leste, Nova Inglaterra, lugar de gente muito rica, época não exatamente determinada, mas provavelmente os dias de então, 1961. Uma escola, um internato para meninas adolescentes, filhas de ricos. As donas da escola – e professoras, e cozinheiras, e bedéis – são duas jovens amigas de muitos anos, formadas pouco tempo antes, que ali puseram todas as suas economias, esperanças, sonhos: Karen Wright (Audrey Hepburn), e Martha Dobie (Shirley MacLaine). São 20 alunas, a aristocracia local.
No mês em que começa a ação, o caixa da escola está com seu primeiro lucro – US$ 90,00!
Karen e Martha têm, teoricamente para ajudá-las, mas a rigor para atrapalhá-las e cansar a paciência delas, uma tia de Martha, Lily Mortar (Miriam Hopkins), ex-atriz de teatro, egocêntrica, um pé no saco, um traste.
Karen namora um jovem médico da região, Joe Cardin (James Garner). Faz tempo que Joe já queria ter casado, mas Karen está sempre adiando a data, quer primeiro que a escola se firme, dê certo.
Joe é sobrinho da Sra. Amelia Tilford (Fay Bainter), uma das senhoras mais ricas e respeitadas da rica região.
A Sra. Tilford é quem cria a neta Mary (Karen Balkin), uma das 20 alunas da escola Dobie-Wright. E essa Mary é uma peste, uma pustema, um pequeno ser humano a serviço do mal.
Com base em sua própria maldade, e em uma ou duas frases ouvidas pelas alunas, uma delas saída da boca idiota da tia Lily, Mary dirá à avó que as professoras Karen e Martha são amantes. A tragédia se abate sobre a escola Dobie-Wright com a rapidez de um raio.
Apesar do grande eixo psicológico do filme (a relação homossexual entre as duas personagens principais) ser escamoteado, é um filme imperdível. Elaine Crespo
Sinopse:
Duas professoras de uma escola particular têm suas vidas viradas do avesso quando uma das crianças denuncia um sentimento um pouco maior que amizade entre as duas. A avó da garota, poderosa na cidade, trata de espalhar a história e fazer com que todos se voltem contra as pecadoras. Direção de William Wyler. Roteiro Lillian Hellman (peça e adaptação), John Michael Hayes (roteiro adaptado). Elenco: Audrey Hepburn, Shirley MacLaine, James Garner,Miriam Hopkins, Fay Bainter, Karen Balkin, Veronica Cartwright,Mimi Gibson, Debbie Moldow, Diane Mountford, William Mims, Sallie Brophy, Hope Summers, Jered Barclay, Florence MacMichael.
Audrey Hepburn sempre inspirou muitas pessoas, ditou moda, deu conselhos importantes para humanidade e mostrou-se um ser extremamente generoso.Musa em todos os sentidos – da moda, do talento, da inspiração e da generosidade. Estreiou na televisão fazendo comerciais, em seguida virou uma grande atriz atuando em inúmeros filmes, como os clássicos “Princesa e o Plebeu”, “Sabrina”, “Guerra e Paz”, entre outros. Na moda ela se destacava pelo seu estilo próprio, mas foi no filme “Bonequinha de Luxo” que o seu visual se eternizou.
Audrey Hepburn foi uma das atrizes pioneiras na realização de trabalhos humanitários para ajudar crianças pobres do mundo, assumindo o cargo de Embaixadora da Boa Vontade na UNICEF. Apesar de não estar mais aqui, Audrey deixou como legado o Fundo Audrey Hepburn Children’s, criado por seus filhos, Sean e Luca, e o companheiro Robby Wolders. Eles deram continuidade a todo seu trabalho que tem como missão arrecadar fundos para apoiar muitas organizações que trabalham com crianças carentes nos Estados Unidos e no mundo. Um admirável exemplo de amor ao próximo.
Foi pensando nas inúmeras gerações fascinadas pelo estilo singularíssimo da Eterna Bonequinha de Luxo, que a escritora Margaret Cardillo lançou o livro ilustrado “Just Being Audrey” para crianças. 32 páginas [super delicadas] que figuram a vida inspiradora de Mrs. Hepburn.
Desde a infância na Europa ocupada pelos nazistas – quando aprendeu que a verdadeira bondade é a maior medida-, ao iminente sucesso em Hollywood e a obstinação em ajudar ao próximo.
Sem dúvida uma excelente leitura. Pena que ainda não chegou aqui no Brasil.
Uma pesquisa feita em junho no Reino Unido elegeu a atriz Audrey Hepburn, morta em 1993, como a britânica mais linda de todos os tempos. Realizada pelo canal de compras CQV, a votação elencou as 100 mulheres mais belas do país e mostrou algumas surpresas. A modelo Kate Moss, 37 anos e unanimidade no mundo da moda, ficou no longíquo 29º lugar. Antes dela, a lista tem a duquesa de Cambridge, Kate Middleton, em 12º, e a atriz Emma Watson em 25º.
Mas o topo do ranking ficou mesmo com os ícones atemporais. Logo após Audrey estão Elizabeth Taylor, em segundo lugar, e a princesa Diana, em terceiro. Outras celebridades que aparecem no top 100 são: Liz Hurley (16º), Gemma Arterton (32º), Sophie Dahl (52º), Alexa Chung (67º), Mischa Barton (76º), Naomi Watts (81º) e a it-girl Poppy Delevigne (88º). Entre as escolhidas, as mulheres morenas são maioria. Há 53 delas na lista, contra 43 loiras.
Um superfaroeste estrelado burt lancaster, audrey hepburn e lillian gish, "O Passado Não Perdoa" é um roteiro que mostra uma saga texana repleta de orgulho, preconceito e paixã
Índia de nascimento, mas secretamente adotada por brancos, Rachel Zachary (Hepburn) logo se torna alvo de um racismo sem -leis e brutalidade quando a sua verdadeira identidade é revelada. Os índios a querem de volta, os brancos locais a querem morta, e a sua única esperança de sobrevivência é um homem (Lancaster) que deve enfrentar a mais assustadora batalha de sua vida - para salvar a mulher que ama. Dirigido pelo mestre John Huston, na sua melhor forma, e o roteiro Alan Le May, Ben Maddow este é mais uma obra-prima no Gênero. No elenco Burt Lancaster, Audrey Hepburn, Audie Murphy, John Saxon, Charles Bickford, Lillian Gish, Albert Salmi, Joseph Wiseman, June Walker, Kipp Hamilton.
Quando criei este espaço dedicado à musa Audrey Hepburn, o fiz com a perspectiva de fazer um blog apenas para mim, até que, hoje de manhã, vi que tinha atingido a marca de 10.000 visitantes! São, sem dúvidas, muitas pessoas a mais que pensei que iriam me visitar! O que me resta é agradecer a cada um de vocês!
Quem eu sou. Talvez existam milhares de frases feitas que eu poderia
usar, mas, acho que isso não seria o que alguém chamaria de 'se
descrever'. Aliás, a partir do momento em que eu uso uma frase que
alguém já escreveu, eu não falo de mim mesma, mas de outra pessoa. Eu
também não gostaria de falar sobre o que eu sou, porque, aqui se vai um
dos clichês que carrego em minha manga, como trunfos: eu iria me
limitar, e com uma alma rebelde e selvagem por natreza, eu não respeito
limites, pois minha alma não o faz. Eu não gostaria - nem poderia, devo
acrescentar - de limitar as minhas qualidades e defeitos em uma pequena
quantidade, já que não é necessário. Elaine Crespo
Algumas das imagens, textos e outros exibidas aqui no Blog Breakfast With Audrey Hepburn foram encontradas na internet, portanto, podem estar vinculadas a algum direito autoral. Quem tiver algum exemplo desse citado acima exibido aqui, por favor entre em contato para que eu possa atribuir os respectivos créditos ou retirarei a postagem ou imagem se for o caso.