Pure Class Audrey Hepburn !!!!




Uma mulher linda, talentosa, atriz premiadíssima na sua carreira, foi imortalizada por participar de verdadeiros clássicos do cinema como Breakfast at Tiffany´s e My Fair Lady. Além de todos esses atributos, no final da vida, a nossa diva foi nomeada embaixadora da UNICEF e trabalhou pela causa infantil.


Na moda, Audrey também fez história. Usando o estilo clássico, sua marca registrada eram sapatilhas, calça capri, óculos escuros grandes e o eterno "pretinho básico". Combinando peças simples, nossa musa sempre acertava.


Audrey Hepburn é referência de estilo e comportamento hoje e sempre!Ainda está fresquinho na nossa memória a campanha que a Chanel fez com a Lily Allen tendo Audrey como inspiração , não é mesmo?

Não poderia deixar de confessar que agradeço a  pessoa que me ensinou a AMAR, ADIMIRAR e e a ser FÃ assumida da Audrey Hepburn, foi  minha filha Isadora Crespo de apenas 13 anos!!!


Fontes:
http://www.cantodosclassicos.com/Imagem


Remake do clássico "My Fair Lady" de 1964.



Atriz vai estrelar o remake do clássico de 1964.
Papel da florista Eliza Doolitlle foi de Audrey na primeira versão do filme.


A jovem atriz britânica Carey Mulligan, indicada ao Oscar deste ano por seu papel no filme "Educação", interpretará a florista de rua Eliza Doolitlle na nova versão cinematográfica do musical "My fair lady". A informação foi dada nesta quinta-feira (25) pela roteirista do remake, a também atriz Emma Thompson.

Em entrevista à "BBC" por ocasião do seu mais novo filme ("Nanny McPhee e as lições mágicas"), Emma falou de seu novo projeto e da participação de Mulligan, que muitos críticos já apotam como a "nova Audrey Hepburn", protagonista do primeiro "My fair lady".

A veterana atriz admitiu que Mulligan dará vida à emblemática florista que um professor de fonética, após uma aposta, tenta transformar em uma dama da alta sociedade.

Emma disse ainda que ainda não foi escolhido o ator que fará o professor Henry Higgins, embora um dos fortes candidatos ao papel seja o inglês Hugh Grant.

A esse respeito, a roteirista do remake confessou que adoraria ver Grant encarnando o personagem. Mas ressaltou que nada foi oficialmente fechado até o momento.




Fonte:www.g1.globo.com

Filho De Audrey Hepburn Esta Escrevendo Livro Sobre a Atriz




Audrey Hepburn (1929-1993) "sempre fez o que queria e nunca o que os outros esperavam dela" e esse é o segredo de uma carreira que teve "ressonância no tempo", disse hoje o filho da atriz, Sean Ferrer, em Granada (Espanha).

Em entrevista à Agência Efe durante sua participação no Festival Internacional de Cinema Clássico Retroback, realizado em Granada, Sean Ferrer qualificou a mãe de "simples, humilde e maravilhosa".

Ferrer, nascido do casamento da atriz com o ator e diretor Mel Ferrer, apresentou hoje no festival a edição em espanhol do livro que escreveu sobre sua mãe, intitulado "Audrey Hepburn, an elegant spirit".

Trata-se de um livro que o filho começou a escrever como "uma carta bastante longa" a seus filhos e aos filhos de seu irmão, que um dia se perguntariam como era "essa avó tão famosa" à qual não tiveram a oportunidade de conhecer.

Narrado "como um conto", o livro pretende refletir os valores e as reflexões da atriz e se baseia nas conversas que tiveram ele e outros familiares com ela durante seus últimos meses de vida.

Estão nas páginas dessa "biografia espiritual" as ideias sobre a vida, a moda ou o trabalho humanitário desenvolvido pela atriz, que achava "necessário não culpar a sociedade, mas sim responsabilizá-la".

Por isso, e  seguir as ideias de sua mãe, os lucros das vendas do livro serão destinados à Fundação Audrey Hepburn para a Infância.

Como resumo em poucas linhas da maneira de entender a vida de sua mãe, Ferrer lembrou um de seus poemas favoritos, escrito por Sam Levenson, no qual este humorista dá "conselhos de beleza" à própria neta.



 Sean Ferrer  filho de Audrey Hepbourn diz que atriz "sempre fez o que queria"




Fonte: 
www.celebridades.uol.com.br/texto
http://rockmyshoes.blogspot.com.br/imagem

The Audrey Hepburn History

The Audrey Hepburn Story foi um filme biográfico da atriz Audrey Hepburn, feito no ano de 2000 para a TV estadunidense. Jennifer Love Hewitt, que também produziu o filme, estrelou o papel de Audrey, apesar das críticas advindas da mídia e de fãs. Emmy Rossum aparece no ínicio do filme interpretando Hepburn na sua juventude.

Sinopse
O filme, que no Brasil foi transmitido pelo Canal Multishow na forma de seriado, parte da infância de Audrey Hepburn, nos anos 30, narrando detalhes da sua vida como uma bailarina holandesa que vivencia o divórcio de seus pais e o sofrimento da ocupação da Holanda pelos nazistas, durante a 2ª Guerra Mundial. Audrey, depois, se estabelece nos Estados Unidos, tornando-se uma grande atriz, gravando filmes como Breakfast at Tiffany's (Bonequinha de Luxo).
Os créditos finais incluem uma montagem real de Audrey Hepburn durante uma das missões da UNICEF que assumiu no final de sua vida.

Atores/Atrizes Personagem
Jennifer Love    Hewitt Audrey Hepburn
Frances Fisher    Baronesa Ella Van Heemstra
Keir Dullea Joseph    Hepburn-Ruston
Gabriel Macht      William Holden
Peter Giles James    Hanson
Emmy Rossum    Jovem Audrey Hepburn (12-16 anos)
Eric McCormack    Mel Ferrer
Seana Kofoed Kay      Kendall
Michael J. Burg     Truman Capote
Marcel Jeannin    Givenchy
Sarah Hyland    Jovem Audrey Hepburn (8 anos)
Lenie Scoffié    Collette
Ray Landry     Humphrey Bogart
Sam Stone    William Wyler
Swede Swensson   Gregory Peck
Peter Feder       Billy Wilder


Trailer do Filme

Cinderela em Quadrinhos




A atriz Audrey Hepburn fez muitos papéis antológicos no cinema. Foi princesa em Roma, garota de programa em Nova York e até Cinderela em Paris. Falecida em 1993, aos 63 anos, ela ainda seria inspiração, cinco anos depois, para uma personagem de quadrinhos: Júlia Kendall. Publicada no Brasil pela editora Mythos no gibi “J. Kendall — Aventuras de uma criminóloga”, a jovem dá aulas de criminologia em uma universidade na cidade fictícia de Garden City, em Nova Jersey, e auxilia a polícia na solução de crimes. Seu rosto é idêntico ao de Audrey Hepburn, uma paixão, desde garoto, do roteirista italiano Giancarlo Berardi, de 60 anos, criador de Júlia e também de outro personagem adorado pelos leitores de quadrinhos: o caubói Ken Parker, inspirado em Jeremiah Johnson, papel de Robert Redford em “Mais forte que a vingança”, filme dirigido por Sidney Pollack em 1972.

— A fonte de minhas inspirações é a vida, não o cinema — explica Berardi por email ao GLOBO. — Dos filmes eu simplesmente extraí a gramática da narrativa por imagens e algumas fisionomias para meus protagonistas. Mas devo igualmente à literatura e àqueles narradores orais que eu ouvia quando criança nos pequenos restaurantes e armazéns do interior.

Júlia, que acaba de chegar às bancas em duas edições especiais — o 60º número de seu gibi regular e o quinto volume de HQs do início de carreira da investigadora, quando ela ainda era uma estudante de criminologia —, é uma das mais complexas personagens femininas dos quadrinhos. Além de comer, dormir e amar, como qualquer pessoa de verdade, ela ainda convive com a empregada e amiga Emily, costuma discutir com o tenente Webb, é admirada pelo rechonchudo sargento Irving e tem no detetive Baxter seu apoio na polícia. Suas histórias em quadrinhos de 132 páginas, escritas por Berardi e colaboradores, são tramas policiais recheadas de influências e profundidade.

— Para criar Júlia, eu trabalhei durante quatro anos estudando os personagens e aprofundando as temáticas. À preparação que eu já tinha em âmbito policial e criminológico, acrescentei cerca de cento e cinquenta textos sobre o assunto e, ao mesmo tempo, voltei à universidade como observador no curso de criminologia — explica Berardi (à esquerda, no Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte, em 2007), que frequentou aulas no Instituto de Medicina Legal de Gênova, na Itália. — Não se pode tratar com superficialidade um tema tão visitado pela literatura, pelo cinema e pela televisão. Além disso, na vida de todo dia eu sempre fico muito atento para captar ideias, diálogos, personagens, situações. Sem esquecer o saudável hábito de acompanhar jornais e telejornais.

Berardi, que já esteve no Brasil em 2007, no Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte, não tem interesse por super-heróis e acredita mais no heroísmo de um pai de família, com três ou quatro filhos, que se sacrifica e abre mão de tudo para mantê-los, para fazê-los estudar e ajudá-los a construir um futuro. Segundo ele, suas histórias são cheias desses “heróis”. Júlia, que ainda não tem filhos, mas deve adotar um, à distância, em breve, é uma heroína diferente do habitual nos quadrinhos. Não tem superpoderes, mas a sensibilidade feminina necessária a uma criminóloga:

— As mulheres adoram ouvir, falar de si e se relacionar com os outros. A fantasia, eixo deste trabalho, é também uma prerrogativa feminina, assim como a participação e o instinto do acolhimento. Se bem que, apesar destas premissas, eu tive que chegar quase aos 50 anos para achar a coragem de entrar no personagem de uma mulher. Um desafio que faz tremer e que ainda não tenho certeza se venci.





Fonte:oglobo.globo.com

Audrey Hepburn - La Vie En Rose


Des yeux qui font baiser les miens,
Un rire qui se perd sur sa bouche,
Voilà le portrait sans retouche
De l'homme auquel j'appartiens
[Refrain]
Quand il me prend dans ses bras
Il me parle tout bas,
Je vois la vie en rose.
Il me dit des mots d'amour,
Des mots de tous les jours,
Et ça m'fait quelque chose.
Il est entré dans mon coeur
Une part de bonheur
Dont je connais la cause.
C'est lui pour moi,
Moi pour lui dans la vie,
Il me l'a dit, l'a juré
Pour la vie.
Et dès que je l'apercois
Alors je sens en moi
Mon coeur qui bat
Des nuits d'amour à plus finir
Un grand bonheur qui prend sa place
Des ennuis des chagrins s'effacent
Heureux, heureux à en mourir.

Edith Piaf


 
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